Buscapé

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Heroína francesa


Joana D'Arc

Joana D'Arc (1412-1431) foi heroína francesa da Guerra dos Cem Anos, travada entre a França e a Inglaterra. Foi beatificada em 1920 e hoje é a Santa Padroeira da França. Joana acreditou na voz e na ordem que ouvia e lhe encorajava expulsar os ingleses da França e coroar o legítimo rei Carlos VII. Com dezesseis anos viajou para Chinon. Chegando ao castelo foi interrogada por bispos e cardeais e ganhou a confiança de Carlos VII. Recebeu o título de chefe de guerra e liderando a tropa, durante três dias, com violentas investidas expulsou os ingleses na cidade de Orléans. Na Batalha de Compiègne perto de Paris, adversários franceses de Carlos VII conseguiram prender e entregar Joana aos ingleses. Julgada e condenada foi queimada em praça pública no dia 30 de maio, acusada de herege e feiticeira, por um tribunal eclesiástico.

Joana D'Arc (1412-1431) nasceu no vilarejo de Domrémy, França, no dia 6 de janeiro de 1412. Filha de Jacques d'Arc e Isabelle Romée, teve três irmãos e uma irmã. Ajudava o pai no trabalho na terra e na criação de carneiros. Não aprendeu a ler nem escrever. Joana foi criada seguindo os princípios da fé católica e com 12 anos de idade, afirmava que o o arcanjo São Miguel, Santa Catarina e Santa Margarida, apareceram numa grande luz e a ordenaram procurar o príncipe Carlos VII e libertar a cidade de Orléans, que estava em poder dos ingleses, e coroar Carlos VII o soberano da França.

Em 1337 o rei Eduardo III (1327-1377) da Inglaterra, desembarca na França com mais de 20 mil homens. É o início da Guerra dos Cem Anos. Não se tratava de uma guerra entre dois povos constituídos em nações diferentes. Muitos ingleses eram normandos, ou seja, franceses que chegaram à Inglaterra com Guilherme o conquistador; por outro lado, muitos franceses eram bretões, ou seja, ingleses que habitavam há muito tempo o norte da França.

Em 1415, os ingleses obtiveram, através de um tratado, metade do território francês, passando ao domínio do rei Henrique V (1414-1422). A outra metade francesa ficaria sob o domínio de Carlos VI. Com a morte de Carlos VI, foi coroado o filho de Henrique V para sucede-lo, para os franceses o rei seria Carlos VII. As visões de Joana D'Arc lhe ordenava salvar a França e coroar o rei.

Com dezessete anos, Joana resolve pedir uma escolta para acompanhá-la até o príncipe. Viajou dez dias e dez noites e chegou ao Castelo na cidade de Chinon. Interrogada por bispos e cardeais acaba por convencer a todos. Joana ganha confiança de Carlos VII, que depressa entrega-lhe o título de chefe de guerra. Logo parte liderando a tropa e durante três dias, com violentas investidas consegue vencer os inimigos, que batem em retirada. Estava libertada a cidade de Orléans.

Outra cidade importante Reims, também voltou ao poder dos franceses. Carlos VII, agora reconhecido legítimo rei da França foi coroado e consagrado em 17 de julho de 1429, na Catedral de Reims. Diante disso reascenderam as esperanças dos franceses de libertar o país.

Na primavera de 1430, Joana retoma a campanha militar e tenta libertar a cidade de Compiègne, dominada pelos borgonheses, aliados dos ingleses. É presa em 23 de maio do mesmo ano e entregue aos ingleses cujo objetivo era que ela fosse julgada pela Santa Inquisição, o mais elevado tribunal da Igreja na França. O tribunal reuniu-se pela primeira vez em fevereiro de 1431, com a presença do Bispo, um partidário do Duque de Borgonha, aliado à Inglaterra. Seu julgamento foi uma verdadeira tortura, acusada de herege e feiticeira, depois de meses de julgamento é queimada viva, no dia 30 de maio de 1431.

Depois de 25 anos a Igreja reabre seu processo e Joana d'Arc é reabilitada de todas as acusações, torna-se a primeira heroína da nação francesa. No dia 16 de maio de 1920, 500 anos depois, o papa Bento XV a proclama santa. Hoje, Joana D'Arc é a Santa Padroeira da França.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Rainha Elizabeth I




O rei inglês Henrique VIII ficou famoso não pelo simples fato de ser um rei, mas pelos seus polêmicos casamentos em busca do tão sonhado herdeiro. Nascido em 28 de junho de 1491, foi o sexto filho de Henrique VII e Isabel de Iorque. O segundo monarca da dinastia Tudor exerceu amplo poder político, dentre as principais medidas de seu governo, destacaram-se a ruptura com a Igreja Católica e a criação de uma nova religião, o Anglicanismo.

O início da polêmica com o catolicismo veio em seu primeiro casamento com a espanhola Catarina de Aragão. O rei inglês queria um menino para ser o seu sucessor ao trono, entretanto, sua primeira esposa deu à luz uma menina cujo nome era Mary. Isso levou o rei inglês a procurar uma nova esposa para casar-se novamente e conseguir seu objetivo que era um herdeiro. Todavia, para que Henrique pudesse divorciar-se, ele teria que obter a autorização do papa Clemente VII. Este momento ficou conhecido por “Questão real”.

O principal motivo, dizem os historiadores, para o papa não ter permitido o divórcio do rei foi o fato de Catarina ser tia do imperador Carlos V, que apoiava a Igreja no combate aos luteranos. Mesmo não obtendo a permissão do papa, Henrique VIII tomou uma iniciativa e, em 1534, o parlamento proclamou o ato de supremacia em que o rei inglês criou sob seu poder a religião anglicana.  Feito isso, Henrique VIII conseguiu o divórcio e casou-se com Ana Bolena, com a qual esperava ter o herdeiro. Porém, ela, assim como a primeira esposa, deu-lhe uma filha que teve por nome Elizabeth. Como não havia conseguido ainda ter um menino, Henrique VIII, na busca pelo seu objetivo, acusou Ana de adultério e ela acabou sendo morta por essa acusação, dando oportunidade a Henrique de casar-se novamente. Desse modo, o rei casou-se com Jane Seymour, que mesmo morrendo após o parto, gerou Edward I, o tão esperado filho e sucessor ao trono.

Quando Elizabeth completou 13 anos de idade, Henrique VIII morreu e como era de se esperar, o seu filho, Edward I, assumiu o trono com apenas nove anos de idade. Todavia, a saúde do novo rei era vulnerável e, em 1553, ele morreu de tuberculose. Nesse caso, a sucessora por direito era Mary, a primeira filha de Henrique com Catarina. Assumindo o trono em meio a polêmicas por ser católica, Mary casou-se com Felipe II, rei da Espanha, em 1554, e mandou perseguir e queimar na fogueira as pessoas que eram contra o seu governo.

Vários países da Europa enfrentaram verdadeiras crises em relação às reformas religiosas que se espalhavam pelo velho continente, entre elas, podemos destacar o Luteranismo, na Alemanha, e o Calvinismo, na Suíça. Em meio a esse cenário de luta entre católicos e reformistas, a atual rainha inglesa suspeitava que sua irmã, Elizabeth, estava incentivando revoltas contra seu governo e, por isso, deu ordem para prendê-la na torre de Londres. Porém, Mary morreu em 1558 e o direito ao trono ficou com Elizabeth. Surpreendendo em seu governo, a nova rainha adotou medidas para melhorar a economia inglesa e também de impedir possíveis invasões de países inimigos.

Dentre as importantes características de governo de Elizabeth, destacaram-se os investimentos na indústria inglesa, a expansão econômica através da Companhia das Índias e o desenvolvimento no campo das Artes e da Literatura, como as publicações dos romances de alguns autores, entre eles, William Shakespeare, Edmund Spenser e Christopher Marlowe. Com essas atitudes, a rainha inglesa inaugurou um momento áureo para a sua nação.

Além disso, o reinado da rainha Elizabeth (1533 – 1603) destacou-se pelo apoio que recebeu de seus súditos e por complementar a obra reformista de seu pai, Henrique VIII, exigindo que o Anglicanismo fosse tomado novamente com a religião oficial da Inglaterra, já que sua antecessora havia colocado o catolicismo como principal religião. Além disso, ela tomou medidas pragmáticas tentando assimilar características também do calvinismo para não dividir o reino por questões de crença, estabeleceu acordos para evitar possíveis conflitos e deu voz aos católicos no parlamento para que não houvesse uma guerra civil. Mesmo assim, ocorreram confrontos religiosos com os católicos, como o de 1569, que foi violentamente punido. A rainha Elizabeth, além de enfrentar uma delicada relação com a Igreja Católica, teve um duro confronto imposto pelo rei espanhol Felipe II, que acabou perdendo a guerra. O conflito ficou conhecido pelo governo inglês como “castigo protestante” aos espanhóis.

Conhecida também por ser a rainha virgem, Elizabeth, que nunca se casou nem deixou herdeiros, permaneceu no poder até sua morte em 1603, encerrando a dinastia Tudor. No período de seu governo, a Igreja Católica adotou uma série de medidas contrarreformistas, como o Concílio de Trento elaborado pelo papa Paulo III. Essas medidas católicas eram uma maneira de combater o avanço de religiões como o Calvinismo e o Anglicanismo.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Amelia Earhart


A primeira aviadora que atravessou o Atlântico

A mais famosa aviadora da América cresceu num ambiente de riqueza e privilégio, graças ao seu avô materno, Alfred Otis. Amelia, conhecida como Milly, tinha 10 anos quando viu pela primeira vez um avião, na Feira Estatal de Iowa …e deste disse: “Era uma coisa de arame ferrugento e madeira e sem qualquer interesse…”.
Foi só em 1920 que o bichinho da aviação lhe mordeu, quando ela e o pai assistiram a um “encontro aéreo” em Daugherty Field, Long Beach. De capacete e óculos de protecção, embarcou num biplano de cockpit aberto para um voo de 10 minutos sobre Los Angeles. Ficou encantada e pouco depois seguiram-se as lições de pilotagem.
Em Outubro de 1922, Amelia deu início à sua participação em tentativas de ultrapassar recordes e estabeleceu o recorde de altitude para mulheres nos 14.000 pés (4.340 metros). No Outono de 1925, Amelia mudou-se para Boston e juntou-se à divisão local da Associação Nacional de Aeronáutica. Durante este tempo, tirou todas as vantagens das circunstâncias de promoção do voo, especialmente para as mulheres, tornando-se assunto comum nos jornais. O “Boston Globe” considerou-a “uma das melhores mulheres-piloto dos Estados Unidos”.
O editor nova-iorquino George Putnam, impressionado com Earhart, organizou a viagem para que ela se tornasse a primeira mulher a atravessar o Atlântico de avião, a 3 de Junho de 1928, ainda que como passageira.
Posteriormente ela casou com ele e Putnam desenvolveu-a como personalidade pública ao ponto de a 20 de Maio de 1932, quando atravessou sozinha o Atlântico, Amelia ser a mulher mais aclamada do mundo, considerada herói nacional e recebendo vários prémios e celebrações.
Uma viagem sozinha à volta do mundo era a progressão natural, mas uma primeira tentativa, em 1935, não teve sucesso, quando se despenhou ao descolar perto de Pearl Harbour. Sem se dar por vencida, depois da reconstrução do seu Electra, voltou a tentar, partindo de Miami, Florida, a 1 de Junho de 1937.
A sua rota levou-a por Porto Rico e, depois, pela ponta noroeste da América do Sul para África, do Mar Vermelho para o Paquistão (mais uma estreia; ninguém antes tinha voado continuamente entre o Mar Vermelho e a Índia). Depois de alguns atrasos por causa do tempo, partiu para a Austrália e para Lae, na Nova Guiné. Nessa altura já tinha viajado 22.000 milhas (35.420 km), faltando-lhe 7.000 milhas (11.270 metros).
Partindo tarde a 2 de Julho, Amelia fez o seu último contacto através do rádio às 20:00 GMT para o navio Itasca da Guarda Costeira dos EUA e, apesar de uma operação de busca no valor de $4 milhões autorizada pelo presidente Roosevelt, que envolveu 66 aviões e 9 navios nunca mais se encontraram vestígios de Earhart ou do seu avião

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Cleópatra Thea Filopator





A rainha do Egito era na realidade grega

Nascida em 60 a.C., Cleópatra VII Téa Filopator, a última rainha do Egito, não tinha sangue egípcio. Ela descendia de uma dinastia grega, a dos ptolomeus. Para garantir a própria legitimidade e provar a ascendência divina, os ptolomaicos, tidos como estrangeiros em terras faraônicas, faziam como os deuses: casavam-se entre eles.

A própria Cleópatra, para continuar no poder, chegou a casar com dois de seus irmãos Ptolomeu 13º e Ptolomeu 14º. A rainha governou o Egito antigo entre 51 a.C., após a morte de seu pai, Ptolomeu 12º, e 30 a.C., quando suicidou-se.

 Beleza só no cinema

Ao que parece, Cleópatra foi bonita apenas em terras hollywoodianas. Não há retratos da rainha, mas algumas moedas da época a mostram com um queixo e um nariz proeminentes, características estas herdadas da família. Para compensar os traços fortes, ela era elegante e carismática.

Há registros que dizem que a rainha foi careca em alguns momentos, possivelmente durante epidemias de piolho. Para disfarçar, ela usava perucas. Ela era muito vaidosa. Fazia tratamentos de beleza e hidratava a pele com banhos de leite. Cleópatra também gostava muito de se maquiar. Inclusive, foi ela quem popularizou o uso do kohl, uma mistura de carvão e chumbo usada para contornar de preto os olhos.


Quase uma virgem

Está certo que Cleópatra casou-se com seus dois irmãos e foi amante dos romanos Júlio Cesar e Marco Antônio, mas diferentemente do que se imagina, a rainha estava longe de ser uma libertina. Ao que tudo indica, César foi seu primeiro homem e Marco Antônio, com quem viveu 11 anos, o segundo e último.

Invenção romana

A ideia que se tem que Cleópatra era uma sedutora inescrupulosa foi criada pelos romanos, que odiavam a moça e acreditavam que apenas os homens poderiam ser tão poderosos. A difamação contra a rainha começou após Marco Antônio, que na época governava as províncias no Oriente, se separou de Otávia e assumiu de vez a rainha, na época a sua amante.

Acontece que a mulher de Antônio era nada menos que a irmã de Otaviano, que administrava a parte ocidental do Estado romano, e não só odiou a separação, como sentiu que o seu governo estava ameaçado. Em sua campanha para tentar sujar a imagem de Cleópatra, Otaviano disse que Marco Antônio não passava de um joguete nas mãos da monarca, que pretendia conquistar Roma.

As mentiras sobre a rainha do Egito continuaram após a morte de Otaviano. Os romanos atrelaram todas as histórias sobre Cleópatra à sua sexualidade, pois era mais fácil admitir que ela encantava os homens pela sua sedução, do que por ser inteligente.

Suicídio

Outro mito que cerca a vida de Cleópatra é que ela morreu após ser picada por uma cobra. Entretanto, uma pesquisa do historiador Christoph Schäfer, da Universidade de Trier, concluiu que ela tomou um veneno, um coquetel preparado por ela, para se matar, depois de ter sido presa pelas tropas de Otaviano.

A cobra que teria picado a rainha é apenas uma invenção, que pode ter sido originada após o seu enterro. No leito de morte a rainha aparecia em gesso pintado junto com uma serpente.

domingo, 17 de março de 2013

A GRANDE RAINHA CELTA




Boadiceia ou Boudica, foi uma rainha celta que liderou os icenos, juntamente com outras tribos, num levante contra as forças romanas que ocupavam a Grã-Bretanha em 60 ou 61 d.C. durante o reinado do imperador Nero.


Boadiceia era alta, terrível de olhar e possuia uma voz poderosa. Uma cascata de cabelos vermelhos; usava um colar dourado composto de ornamentos, uma veste multicolorida e sobre esta um casaco grosso preso por um broche. Carregava uma lança comprida para assustar todos os que lhe deitassem os olhos. Ela tinha uma veneração por uma deusa chamada Andraste, (que significa Vitória).


Boadiceia era casada com o rei dos icenos, aliado do Império Romano. Com a sua morte, Boadiceia assumiu a liderança do seu povo. Contudo, os romanos ignoraram o testamento e do rei e apropriaram-se de toda a herança do rei falecido. Quando Boadiceia protestou contra tal abuso, as tropas romanas usaram a força e açoitaram a rainha e violaram as filhas. Ela ficou revoltada, unindo os povos próximos da sua cidade decidiu lutar pela libertação do julgo romano. Eles chegaram a tomar e massacrar algumas cidades que estavam sob controle do Império Romano.


Depois de algumas perdas, o exército romano reorganizou-se e atraiu os rebeldes liderados por Boadiceia para um terreno adequado as táticas militares romanas e conseguiu derrotá-los. Esta revolta foi uma das mais violentas contra o Império Romano. A fama de Boadiceia tomou proporções lendárias na Grã-Bretanha, e a rainha Vitória foi vista como sua equivalente em termos de grandeza.


A estátua de bronze de Boadiceia, ao lado da ponte de Westminster e do Palácio de Westminster foi inaugurada pelo príncipe Alberto e executada por Thomas Thornycroft. Representa Boadiceia em sua carruagem de guerra junto com suas filhas.

Pouco se sabe sobre a rainha Boudica (ou em latim Boudicéia) porque os fatos ocorridos com ela aconteceram há muito tempo atrás. Acredita-se que viveu entre (20 - 62 d.C.). 

O primeiro ataque de Boudica foi em Camulodunum, a batalha durou três dias. Alguns romanos conseguiram fugir da cidade. Os que ficaram foram brutalmente massacrados. Boudica então ordena que os seus homens marchem para Londinium, Gaius Suetonius Paulinus governador da Bretanha ao saber que o exército bárbaro se aproximava reuniu as suas tropas e abandonou a cidade que foi pilhada, queimada e novamente não sobraram sobreviventes. Após isso Boudica marcha para Verulamium onde os habitantes ao descobrirem da chegada dos bárbaros fugiram os que ficaram foram mortos e pendurados nos muros da cidade.

Boudica resolve parar o seu exército e dar descanso aos seus homens, enquanto os romanos reuniam mais homens. Os romanos põem então em prática o plano de atrair Boudica para um campo onde as estratégias romanas funcionariam. Nesse campo 178 mil romanos lutaram contra os 100 mil homens de Boudica, a Inglaterra nunca tinha visto uma batalha de tamanho porte que passou a ser conhecida como “A Batalha de Watling Street”.

As tropas de Boudica que não eram boas em batalhas de campo aberto foram derrotadas, os bárbaros foram duramente massacrados. Boudica foi morta durante o combate, quando o seu cavalo foi derrubado por arqueiros e um soldado a matou com um golpe de machado. Algumas rebeliões ainda ocorreram após a morte de Boudica, mas todas foram abafadas. Porém Watling Street foi realmente uma das piores rebeliões na história do Império Romano. Boudica até hoje é considerada heroína nacional em Inglaterra.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

HISTÓRIA DA HUMANIDADE COM LEGO


MUSEU ALEMÃO RECRIA HISTÓRIA DA HUMANIDADE COM 1,5 MILHÃO DE PEÇAS LEGO
FORAM GASTOS CINCO MESES NA MONTAGEM DAS PEÇAS QUE OCUPAM 30 METROS EM 12 AMBIENTES

 UMA REPRODUÇÃO DO ANFITEATRO GREGO (FOTO: EFE)
O museu arqueológico Helms, na cidade alemã de Hamburgo, recria a partir desta quarta-feira em uma exposição a história da humanidade com o uso de 1,5 milhão de peças Lego.
A mostra, intitulada "Viagem pelo tempo de lego", ilustra ao longo de 30 metros doze ambientes, que vão desde uma aldeia neandertal até uma estação espacial, passando pela Roma antiga, com seus moradores e gladiadores, todos feitos de lego.
Para construir os ambientes, que já puderam ser vistos anteriormente no Museu Neandertal de Mettmann, foram gastos cinco meses na montagem das peças.
A exposição, que sucede a bem-sucedida mostra sobre a Idade do Gelo, reproduz com detalhes cenários da história da humanidade.
O visitante pode ver homens pré-históricos caçando um mamute, gladiadores lutando na areia e colonos americanos guiando seus rebanhos pelas planícies.
Entre as diversas maquetes, figuram paisagens como os Jardins Suspensos de Babilônia, a Grande Pirâmide de Gizé e a Grande Muralha chinesa, assim como modelos de navios vikings, castelos da Idade Média e naves espaciais.
A exposição é complementada com objetos originais da coleção do museu arqueológico, como um machado de pedra de um caçador de mamute, tabuletas cuneiformes de Mesopotâmia, cerâmica do Egito dos faraós e flechas de índios da América do Norte.
A exposição fica em cartaz até 31 de janeiro de 2013.